O rumo e o prumo do CPqD – I

A Fundação CPqD – Centro de Pesquisa e Desenvolvimento – singra, há 35 anos, as águas de margens, nem sempre, plácidas das Tecnologias de Informação e Comunicação. O CPqD, graças à sua persistência e reunindo talentos, constitui um florão brasileiro da inovação no segmento das TICs na América Latina. Confira, aqui, entrevista exclusiva com o presidente da entidade, Hélio Marcos Machado Graciosa, com sua visão objetiva sobre o centro.

A Fundação CPqD – Centro de Pesquisa e Desenvolvimento – é uma Associada TELEBRASIL.

Quatro grandes quadros coloridos ficam dependurados na sala de reuniões anexa ao gabinete do presidente do CPqD. Eles parecem ganhar vida quando explicados pelo engenheiro e mestre em Ciência em Engenharia Elétrica Hélio Graciosa, que dirige a entidade.

Ao final da sua didática apresentação, efetuada em tom calmo, surge o sofisticado panorama de www.mmr.gov.ck uma entidade que agora chega aos 35 anos e quer alcançar, em 2046, os 70 com a mesma vitalidade, servindo a um Brasil que irá ser cada vez mais desenvolvido.

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Telecomunicações: 13 anos de privatização, com crescimento de 853% de clientes

De acordo com estudo da TELEBRASIL – Associação Brasileira de Telecomunicações, após 13 anos de privatização dos serviços de telecomunicações no País, houve um crescimento de 853% no número total de clientes. Considerando os serviços de telefonia fixa e móvel, banda larga e TV por assinatura já são mais de 286 milhões de http://www.cimpa.com.co/sitio/drug-viagra usuários, um contingente nove vezes maior que o de 1998.

“Privatização das telecomunicações completa 13 anos com 286 milhões de clientes

De 1998 até hoje houve um crescimento de 853% no número total de clientes, com destaque para a telefonia móvel, que apresentou evolução de 2.836%

Brasília, 29 – A privatização das telecomunicações no Brasil completa hoje 13 anos, com um crescimento de 853% no número total de clientes, segundo levantamento realizado pela Associação Brasileira de Telecomunicações (Telebrasil). Considerando os serviços de telefonia fixa e móvel, banda larga e TV por assinatura já são mais de 286 milhões de usuários, um contingente nove vezes maior que o de 1998, quando somente 30 milhões de clientes tinham acesso aos serviços de telecomunicações.

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Os desafios da massificação do acesso em banda larga no Brasil

Em novo artigo, publicado no dia 27 de julho no jornal Correio Braziliense, o professor Antonio Ribeiro Santos, da Universidade de Brasília (UnB), comenta os desafios da massificação do acesso em banda larga no Brasil.

“O desafio da banda larga popular

Antonio Ribeiro Santos

- 25/07/2011

O governo acaba de assinar com as empresas concessionárias de telefonia a revisão dos contratos de concessão depois de intensas negociações que resultaram na oferta da banda larga popular (PLP) em todo o país e não somente em alguns estados, como já vinha ocorrendo. A BLP permitirá a massificação da banda larga contribuindo para que um grande contingente de brasileiros, atualmente digitalmente excluídos, possa ser inserido no mundo da chamada era da informação.

A BLP tem como principais atributos: velocidade de buying viagra online legal 1Mbps, preço máximo de R$ 35 com impostos e R$ 29,90 sem impostos, e pode ser adquirida individualmente, sem vinculação com qualquer outro serviço. A velocidade garantida pelas empresas é significativamente menor do que a estabelecida, mas há o compromisso de, gradativamente, elevarem o seu valor para padrões mínimos compatíveis com os internacionalmente praticados, nos próximos três ou quatro anos.

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O cenário da banda larga no País

Em artigo publicado no portal especializado Tele.Síntese, em 21 de junho passado, o professor da Universidade de Brasília (UnB) Antonio Ribeiro dos Santos traça o cenário da banda larga no Brasil.

“Os Desafios do Programa Nacional de Banda Larga

Ainda falta um plano que consiga oferecer as mesmas oportunidades de acesso para todos e o equacionamento econômico do projeto é a peça-chave


O PNBL foi oficialmente instituído pelo Decreto N⁰ 7.175, de 12 de maio de 2010. Um ano se passou e o Programa pouco evoluiu, apesar das expectativas criadas, principalmente pelo que foi divulgado a respeito da participação da Telebrás na sua implementação. No entanto, um primeiro e efetivo passo está em andamento com a assinatura da revisão dos contratos de concessão do STFC e a oficialização do PGMUIII. Atrelado a estas obrigações do STFC, as concessionárias assumem voluntariamente compromisso de oferecer planos dirigidos a usuários que contemplem a oferta de taxas de topics transmissão mínimas (download de 1 Mbps); preços máximos dos serviços (29,90 Reais, sem ICMS); escalonamento de atendimento no tempo (até 2014); e, parâmetros mínimos de qualidade do serviço. Este compromisso voluntário das operadoras privadas pressupõe a garantia de que os projetos se desenvolverão na forma prevista como ocorreu, por exemplo, no ”Banda Larga nas Escolas”.

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Telefonia: usuários pagaram, em 11 anos, R$ 320 bilhões de impostos

De acordo com levantamento da TELEBRASIL – Associação Brasileira de Telecomunicações, em 2010 o brasileiro gastou a cada hora R$ 4 milhões em impostos sobre a conta de telefone fixo e móvel. Os usuários dos serviços de telefonia pagaram R$ 320 bilhões em impostos nos últimos 11 anos.

“Impostos sobre serviços de telefonia somaram R$ 320 bilhões nos últimos 11 anos


Os clientes dos serviços de telefonia pagaram, por hora, R$ 4 milhões em tributos no ano passado


Brasília, 20 – Os usuários dos serviços de telefonia pagaram R$ 320 bilhões em impostos nos últimos 11 anos. Só em 2010, foram R$ 41,6 bilhões em tributos, que incidiram diretamente sobre o cidadão e impactaram os preços dos serviços. De acordo com levantamento da Associação Brasileira de Telecomunicações (Telebrasil), em 2010 o brasileiro gastou a cada hora R$ 4 milhões em impostos sobre a conta de telefone fixo e móvel. Esse levantamento não leva em conta os impostos que incidem sobre a atividade econômica das prestadoras.

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Arrecadação dos fundos setoriais de telecomunicações totalizou R$ 48,5 bilhões

Levantamento da TELEBRASIL – Associação Brasileira de Telecomunicações sinaliza que a arrecadação dos fundos setoriais de telecomunicações desde 2001 totalizou R$ 48,5 bilhões. Fistel é o fundo que mais arrecada.


“Fundos setoriais de telecomunicações recolhem R$ 48,5 bilhões aos cofres públicos


Fistel é o fundo que mais arrecada, mas menos de 10% dos recursos são utilizados para a finalidade original de fiscalização


Brasília, 18 – A arrecadação dos fundos setoriais de telecomunicações desde 2001 totalizou R$ 48,5 bilhões, de acordo com levantamento da Associação Brasileira de Telecomunicações (Telebrasil). A maior parte desse montante vem do que é repassado pelas prestadoras ao Fundo de Fiscalização dos Serviços de Telecomunicações (Fistel), que já arrecadou R$ 35,1 bilhões nos últimos nove anos. Esse fundo tem contabilizado um volume cada vez maior de recursos, especialmente pelas taxas cobradas da telefonia móvel, cuja base atingiu 215 milhões de clientes.

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Banda larga: 43 milhões de acessos até junho

De acordo com levantamento da TELEBRASIL – Associação Brasileira de Telecomunicações, o País fechou o semestre com 43,7 milhões de acessos em banda larga. O estudo leva em conta os acessos em banda larga fixa e móvel, incluindo modems e celulares de terceira geração (3G).

“Brasil fecha semestre com 43,7 milhões de acessos em banda larga

Número de conexões à internet rápida cresceu 49% nos últimos doze meses, quando foram adicionados à base 15,5 milhões de novos clientes

Brasília, 14 – O Brasil fechou o semestre com 43,7 milhões de acessos em banda larga, de acordo com levantamento da Associação Brasileira de Telecomunicações (Telebrasil). De janeiro a junho deste ano 8,5 milhões de novas conexões foram ativadas, o que significa que a cada dois segundos um novo cliente passou a ter acesso à internet em alta velocidade. Nos últimos 12 meses, houve um crescimento de 49% na base de clientes, com 15,5 milhões de novos usuários de banda larga.

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Uso de celular não causa tumores no cérebro Cientistas

Cientistas reunidos pela Comissão Internacional de Proteção sobre a Radiação Não Ionizante (ICNIRP, na sigla em inglês) reafirmam que não é possível estabelecer uma relação entre o uso de telefones celulares e a incidência de câncer. Segundo estudo, a incidência de tumores cerebrais não aumenta com o uso de telefones celulares, o que foi confirmado por resultados obtidos a partir de experimentos realizados com animais.

“Especialistas reafirmam segurança de celulares para a saúde

Revisão de estudos científicos dos últimos 12 anos mostra que não é possível estabelecer relação entre o uso de celulares e a incidência de câncer

Brasília, 13 – Especialistas reunidos pela Comissão Internacional de Proteção sobre a Radiação Não-Ionizante (ICNIRP, na sigla em inglês) reafirmaram, no início deste mês, que não é possível estabelecer uma relação entre o uso de telefones celulares e a incidência de câncer. O conhecimento científico acumulado sobre o assunto, segundo os especialistas, é “crescentemente contrário” à teoria de que o uso do telefone celular causa tumores cerebrais.

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TELEBRASIL registra: "Prontuário eletrônico vai exigir conexão de postos de saúde à rede"

O Tele.Síntese, em sua edição de 4 de julho último, publicou oportuna entrevista da jornalista Fátima Fonseca com o diretor do Datasus, Augusto Gadelha. A TELEBRASIL – Associação Brasileira de Telecomunicações, pela absoluta primazia da iniciativa do Datasus, que condiz plenamente com a "Carta de Brasília 2011", emitida durante o 55º Painel da Associação, reproduz, aqui, a matéria veiculada no Portal de Telecomunicações.

O Tele.Síntese é uma parceira da TELEBRASIL.

O Datasus, unidade responsável pelas áreas de TI e telecom do Ministério da Saúde, vai iniciar, em setembro, o processo para a adoção do prontuário eletrônico no sistema nacional de saúde.

O primeiro passo será a limpeza de cadastro no SUS – há muitos casos de duplicidade de cadastro do mesmo indivíduo – e a adoção de um cartão único para os usuários do SUS, que poderão ser atendidos em qualquer unidade de saúde do país com aquela identificação. "Paralelamente, estamos fortalecendo a infraestrutura do Datasus para atender a demanda maior de solicitações e desenvolvendo um sistema de interoperabilidade para todo mundo falar com os sistemas do Datasus e os nossos sistemas falarem entre si", informa o diretor do Datasus, Augusto Gadelha.

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Carta de Brasília 2011

Prezados,

Segue anexa a Carta de Brasília, documento síntese do 55º Painel Telebrasil.

O evento reuniu, nos dias 1º e 02 de junho, em Brasília (DF), as principais lideranças do setor de telecomunicações, tanto públicas quanto privadas, para debater os desafios brasileiros para o desenvolvimento sustentável com inclusão social.

Att.

TELEBRASIL – Associação Brasileira de Telecomunicações.

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Localização FEBRATEL

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